Bem-vindo a mais uma edição da Arch Linux Newsletter. Esse mês o KDE4 foi incluído no repositório [extra], sendo que ele substituiu totalmente o KDE3, o que causou uma boa variedade de reações por parte dos usuários. Alguns gostam do novo KDE, enquanto outros nem tanto. Entrevistamos Pierre Schmitz sobre a inclusão do KDE4 nos repositórios antes de ela acontecer, o que nos fornece uma visão compenetrada de porque ele decicidu fazer essa mudança.
O Pacman teve uma atualização lançada: a versão 3.2 ainda está no testing mas logo irá para o repositório [core] onde todos nós poderemos tirar proveito das novas funcionalidades.
E estamos apresentando uma coluna de humor que irá (com sorte) ser publicada todo mês, chamada Bounced. Branko Vukelic dá uma olhada sobre outras distribuições Linux e as compara com o Arch Linux, nos dando no fim uma razão interessante sobre por que ele voltou para o Arch Linux. Esperamos sinceramente que você aproveite essa edição da Arch Linux Newsletter.
Eduardo "kensai" Romero
É com imenso prazer que informamos que dois membros da nossa equipe brasileira viraram desenvolvedores oficiais do Arch Linux. Os felizardos, Douglas Soares e Hugo Doria, foram dois dos 7 escolhidos (entre 42 candidatos) para exercer esta nova função.
(Postado por Hugo Dória)
O KDE 4.1 será lançado oficialmente no dia 29 de Julho, mas ele já se encontra no nosso repositório extra.
(Postado por: Pierre Schmitz e traduzido por Hugo Dória)
"Ah, uma pequena nota, o Arch sempre (creio eu) faz seus pacotes sem (ou com mínimos) patches. Isso significa que você tem o release oficial do Gnome, sem o logo trocado, e sem qualquer outra mudança. (apenas os wallpapers incluídos). O benefício? Existe menos chance de se estragar com tudo. Desenvolvedores do Ubuntu e do Debian fizeram alguns erros desastrosos por fazer mudanças no código fonte (obviamente, o problema com o openssl). Digo, seriamente, o desenvolvedor do aplicativo sabe melhor dele mesmo do que algum qualquer desenvolvedor do Ubuntu."
"O Arch Linux é uma distro feita para usuários que gostam de estar no controle do que é instalado em seu sistema. Diferentemente de outras distros com objetivos similares, o Arch não sacrifica a facilidade de uso por completo. Utiliza init scripts no estilo BSD, o que facilita a configuração de tarefas, e um gerenciador de pacotes resolvedor de dependências que ajuda a manter o sistema atualizado. O Arch é uma distro legal para usuários que querem aprender sobre Linux e moldar seus sistemas sem transformar isso em um trabalho desgastante."
"O sitema de teste consistiu de um processador Core 2 Duo E6400, placa-mãe ASRock ConRoe1333-DVI/H, placa-de-vídeo Intel 945G, 2GB de memória DDR2, e um HD Seagate 200GB SATA. O software que estava rodando era o Fedora 9 com X Server 1.4.99.901, GCC 4.3.0, e um outro número de pacotes. Por causa de problemas com esse sistema, foi possível fazer benchmark apenas do Kernel 2.6.25 e 2.6.26 a partir do código fonte. Como resultado, esse não é um de nossos artigos aprofundados, mas estamos disponibilizando esses resultados limitados para aqueles interessados em comparar a performance de seus sistema usando a Phoronix Test Suite."
"Torvalds escreveu que divulgar o bug sozinho era suficiente, sem ter de nomear cada falha de segurança individualmente. Que colocar os bugs no nível do "circo da segurança" glorifica o modo errado de comportamento. "Isso faz heróis apenas de quem é da segurança, como se o pessoal que... conserta bugs comuns não fosse tão importante.""
"Linus é o filho dos jornalistas Anna e Nils Torvalds, foi atraído pelos computadores cedo e foi para a Universidade de Helsinki em 1988 para estudar Ciência da Computação. In 1991 ele comprou um PC. Como os computadores da universidade eram Unix-based, ele comprou uma cópia do sistema operacional MINIX de Andrew Tanenbaum. Ele estava insatisfeito com o sistema, e começou a fazer seu próprio clone do Unix "from scratch", inadvertido da magnitude da tarefa... depois de quatro meses de trabalho, na cama do apartamento de sua mãe, ele anunciou no grupo de notícias do MINIX: comp.os.minix"
Contribuição de: Dusty Phillips
Entre 15 de Junho e 15 de Julho de 2008 vendemos um total de 30 produtos na loja Arch Linux Schwag hospedada pelo Zazzle. O lucro foi de $44.55.
Desde a última reportagem, adicionamos treze novos produtos! Quatro deles são baseados em um novo e tridimensional logo do Arch Linux feito pelo Jonas Mueller (Secagy), a partir de um pedido meu.
Particularmente, sou fã da caneca. A forma tridimensional do logo não aparecerá muito bem quando ela for preta, mas estará perfeita quando for branca. Obrigado pelo ótimo logo, Jonas!
Além disso, Branko estava tão excitado em ter sua própria linha de produtos que inundou completamente minha caixa de entrada um dia desse mês com novos e peculiares logos. Esse cara é uma fábrica de fazer logos! Alguns desses já venderam, e espero que sejam consideravelmente populares. Obrigado mais uma vez, Branko!
Parece ter havido bastante interesse em insígnias. Investiguei algumas opções e postei no fórum para descobrir quais tipos interessam mais às pessoas.
O resultado é que na próxima newsletter você descobrirá como pode encomendar suas próprias insígnias! Essas não serão enviadas pelo Zazzle; ao invés disso, vocês pedirão para mim ou algum dos outros desenvolvedores. Espero conseguir montar um Google Checkout para tornar as opções de pagamentos mais simples.
Daniel Isenmann é o desenvolvedor que está has been investigando as possibilidades de montar uma Loja do Arch Linux Schwag européia. Nessa entrevista descobriremos o que mais ele está fazendo para ajudar no desenvolvimento do Arch Linux.
Eu tentei várias distribuições por aí antes de me juntar a Comunidade Alemã de Mandriva, onde fui empacotador por algum tempo. Lá eu conheci o Andreas(andyrtr) e nós criamos pacotes para a comunidade. Após algum tempo, eu enjoei do gerenciador de pacotes rpm, e Andreas me perguntou(ele já havia saído da comunidade) se eu gostaria de ajudar criando pacotes para o projeto Arch64. Aquela foi a primeira vez que eu ouvi falar sobre o Arch Linux. Após alguns testes, eu percebi que a distribuição tinha bastante potencial, e que era a melhor distribuição que eu havia testado até aquele dia.
No momento eu sou apenas um empacotador, mas isso poderá mudar em um futuro próximo. :)
Se eu tivesse só mais um pouco de tempo livre, eu gostaria de ajudar no desenvolvimento do pacman. Eu realmente espero poder ajudar os desenvolvedores do pacman em um futuro próximo, porque ele simplesmente arrebenta!
Eu não tenho muito a dizer sobre isso, mas na minha opinião nós devemos prover uma distribuição estável, atualizada e KISS.
Para mim é sim. Se algum dia se tornar mais responsabilidade que diversão, eu certamente abrirei mão do meu status como desenvolvedor, e darei para outros interessados.
No momento estou muito feliz com meu eeePC. Eu amo esses pequenos dispositivos rodando linux. :) Talvez deveria existir um melhor suporte a 64bits por aplicações de código fechado, e deveria também haver uma maior aceitação do Linux no geral, às vezes isso é horrível.
Não, não mesmo. :)
Com certeza. Eu já ouvi histórias de até mais de um carro. ;)
Eu estou trabalhando nos PKGBUILDs desde a primeira versão beta da versão 4.1. Do ponto de vista de um empacotador, está quase pronto. Todas as dependências como phonon ou akondai já estão nos nossos repositórios, apenas esperando pelo lançamento do tão esperado KDE4.
Eu estava indeciso sobre isso há algum tempo, e mesmo agora não tenho 100% de certeza. Mesmo que nós sejamos uma distribuição "bleeding edge", eu não quero forçar pessoas a usar programas que eu não uso, apenas para disponibilizar a última versão a qualquer custo.
No momento dessa escrita eu estou utilizando a versão 4.0.99(4.1 RC1+) e eu posso considerar esta como sendo a primeira versão realmente usável. Claro que ainda existem vários pequenos bugs e regressões comparado ao KDE 3.5. Mas até agora, não percebi nada de realmente grave.
Ainda há algum tempo até o lançamento, mas por agora eu posso dizer que veremos um KDE 4.1 no [testing] em breve. Nesse caso, a versão 4.1 irá substituir completamente o KDE 3.5 nos repositórios. Mas ainda existem várias aplicações que ainda não possuem uma versão para o KDE4, como o kaffeine ou o k3b. Então, para esses pacotes, haverá um pacote kdelibs3, similar ao qt3, para suportar esses programas.
Mas não podemos esquecer que mesmo o KDE 4.1 final não terá todas as qualidades do 3.5.9 e será menos estável. Mas tenho certeza que isso será melhorado em breve depois do lançamento. Quanto mais pessoas usando o novo KDE, mais feedback os desenvolvedores irão obter.
Claro que existem casos onde pessoas ainda necessitam do KDE 3.5. Por exemplo, os ótimos filtros do kprinter ainda não foram portados. Os usuários, então, podem olhar os pacotes para KDE3 providos pelo KDEmod, que ainda serão disponibilizados mesmo depois do lançamento do 4.1.
As primeiras versões do KDE4 não possuíam muitas novas qualidades visíveis para os usuários finais. Várias coisas usando QT4, Phonon, Solid e por aí vai, são basicamente mudanças por baixo dos panos e irão mostrar suas forças nos próximos lançamentos.
Mais interessante para os usuários deve ser saber que o novo kwin suporta compositor via OpenGL. Isso significa que você poderá obter os efeitos de desktop legais como os que o compiz provê. Alguns deles realmente ajudam com a usabilidade, como um Yakuake transparente ou o efeito de escurecer janelas inativas.
Uma das minhas novidades favoritas é o novo krunner(disponível através de Alt+F2), que permite acesso a programas ou outras funções rápido e fácilmente.
Atualização: shining cita que deve "ser útil mencionar que pactree está incluído agora no pacote pacman-contrib ."
"Arquivo em um sistema de arquivos ext3 têm duas partes. A metadata do arquivo -- que é o o nome do arquivo, seu tamanho, datas de criação e de acesso - é armazenada em um estrutura de dados Unix chamada inode. Os dados do arquivo propriamente dito é armazenado em blocos no disco rígido. Apagando um arquivo, causa a destruição da ligação entre a metadata e os blocos do sistema de arquivo, eliminando a associação entre as informações do arquivo e seu conteúdo. Ambos os inodes e os blocos de dados são marcados como "livres" e o sistema operacional irá usá-los para escrever novos dados conforme necessidade. Mas pelo fato de que os inodes e os blocos são simplesmente marcados como "livres" e não são sobrescritos, usuários podem resgatar os dados caso nenhuma nova informação tenha sido escrita neles. É por isso que é importante recuperar arquivos para uma nova partição: com qualquer mudança no sistema de arquivos arrica-se sobrescrever dados que o usuário pode desejar recuperar. Até este ponto, um aplicativo pode "salvar" dados deletados marcando blocos como sendo utilizados e reconectando simbolicamente os inodes e os blocos."
"O projeto Ramlg permite que você mantenha seus logs de sistema na memória RAM enquanto sua máquina está rodando e os copia para o disco quando está em processo de shut down. Se você utiliza um laptop ou um dispositivo móvel com syslog habilitado, Ramlog pode ajudar você aumentar a vida da sua bateria ou a vida do drive flash do seu dispositivo móvel. Uma contra-indicação de utilizar Ramlog, você poderá ser pego de surpresa por um daemon que manda uma mensagem para syslog a cada 30s e coma sua bateria mantendo seu disco rígido rodando."
"O sistema de arquivo XFS é conhecido por ter boa perfomance quando está acessando ou armazenando arquivos grandes. O projeto do XFS é baseado em extensão, significando que os bytes que correspondem ao conteúdo de um arquivo são armazenados em uma ou mais regiões vizinhas chamadas extensões. Depende do padrão de uso, alguns dos arquivos contidos em um sistema de arquivos XFS podem se tornar fragmentados. Você pode usar o utilitário xfs_fsr para defragmentar estes arquivos e com isso melhorar o desempenho do sistema quando estes sãoa cessados."
"Os melhores administradores de sistema são escolhidos pela sua eficiência. E se um administrador de sistema pode fazer uma tarefa em 10 minutos que para qualquer outra pessoa tomaria duas horas para completar, então o administrador de sistema eficiente deveria ser recompensado (mais remunerado) porque a empresa está economizando tempo e tempo é dinheiro, certo?"
Por: Ronald van Haren
Uma das coisas que você pode fazer com tune2fs é modificar o número máximo de montagans, número este que define quando uma chegagem de um sistema de arquivos é feita. Porém seja cauteloso, apenas aumente o número de mounts quando seu disco rígido estiver estável. Bugs de kernel assim como hardware ruim podem prejudicar seu sistema de arquivos, portanto não postergue muito seus checks de sistema de arquivos.
Agora que já passamos pelos avisos iniciais, aqui está como você pode mexer no máximo número de mounts. Primeiramente, tenha certeza que o seu sistema de arquivos não está montado antes de usar tune2fs. Depois, como root, invoque o comando de forma semelhante à que segue:
tune2fs -c [mount count] -i [interval between checks] [device]
no qual 'mount count' você substitui pelo número de mounts depois do qual uma checagem deve ser realizada. Em 'interval between checks' você susbtitui por um número de dias, semanas ou meses (por exemplo 2m para dois meses), e em 'device' voce substitui pela sua partição. Este comando vai verificar seu sistema de arquivos depois que o número de mounts for ultrapassado, ou depois que os intervalos entre checks seja passado. Ou seja, o que vier primeiro.
Você quer mexer mais com seu sistema de arquivo depois de ler isso? Tune2fs vem com o pacote e2fsprogs. Tenha a certeza de ter lido o manual antes de utilizá-lo.
Como a maioria de vocês provavelmente sabe, (especialmente se você leu o artigo ext3undel mostrado acima), o uso do utilitário 'rm' não apaga de maneira definitiva os seus arquivos. O que faz na verdade é liberar os blocos para serem sobrescritos no futuro. No entanto, enquanto os dados não são sobrescritos, é muito simples restaurá-los. Sem problema para aqueles arquivos diários, mas o que acontece se queremos prevenir que os dados sejam acessados no futuro? É neste ponto que shred, parte do pacote coreutils, entra em cena.
Shred, como pode-se verificar no manual, é um utilitário para sobrescrever um(s) arquivo(s) repetidamente, de forma a dificultar mesmo para hardware muito caro a recuperação de dados. Shred pode também, no entanto não é o default, apagar dados.
A sintaxe básica do comando shred é:
shred [OPTIONS] FILE [...]
Aonde as opções mais comuns são -n (seguido por um número, o número de iterações que shred deve utilizar) e -u (remover o arquivo).
Ao invés de apenas limpar um ou alguns arquivos, é possível limpar todo um disco ou uma partição. Apenas substitua o arquivo de dispositivo (por exemplo /dev/sda3) por FILE no comando acima. Tenha certeza de que o disco ou o partição não esteja montado. Tenha também certeza de que você não use a opção de remoção (você normalmente não deseja apagar o arquivo de dispositivo).
Como sempre, para mais informações consulte os manuais.
Nota do autor da Newsletter: O artigo seguinte é uma sátira e deve ser considerado por um ponto de vista humorístico. O time do Arch Linux tem muito respeito pelo time do Ubuntu e todos os esforços deles.
Contribuição de: Branko Vukelic
Olá e bem vindo à nossa nova coluna mensal. É totalmente sobre Linux e mais especificamente sobre Arch. Não é pelo fato de esta é a Newsletter do Arch, não. É pelo fato que tem me perturbado a mais de um ano e a sensação de que estou grudado no Arch Linux. A incapacidade mudar para outra distribuição tem se tornado um problema sério para mim.
Muitas vezes uma distribuição tentou fazer o que Arch tem feito por muito tempo: ser perfeita. Mas os tempos mudaram, e não é mais impossível que pelo menos algumas tenham chegado bem perto disso.
Então, eu tornei minha missão tentar uma nova distribuição todo mês e ver se eu consegui realizar a mudança. Tomara que eu seja bem sucedido nisso e que consiga colocar minha opinião na famosa discussão de "Adeus Arch" nos fóruns.
Como a maioria de vocês deve suspeitar, eu sou apenas um ser humano, assim como todos vocês. Então, quando vejo o famoso slogan "Linux para seres humanos", eu pensei que seria um candidato ideal para este mês.
Vamos começar
Para verificar se eu estava perto do que eu realmente queria, eu primeiramente olhei o site deles. Eu digitei www.ubuntu.org. Espere. O que é isso?!
Na iniciativa do Fórum Mundial de Rede da Sociedade Civil - UBUNTU, nós abaixo assinados desejamos expressar nossos profundos sentimentos e nosso protesto tendo atingido este demorado objetivo e situação tão grave em um assunto tão crítico como alimentar os habitantes da terra.
Então eu acho que os rumores que a última versão de lançamento foi horrível parecem corretos ... Oh!! Não. Não!! Site errado. O site correto é that way. Okay, está pelo menos mais parecido.
Agora, vamos baixar a ISO. Hum... Ainda não! Eles possuem várias versões??? Então, vocênão pode fazer tudo com apenas um CD? Existe esta versão 'Desktop' e a versão 'Server'. Eu tenho ambos na minha rede , então o que devo fazer.... Bem, eu vou começar pela 'desktop'.
O menu bonito do GRUB foi minha primeira experiência ruim com o UBUNTU. Olhe esta parte: 'Modo seguro gráfico'. É apenas uma opção, não é a seleção default. Então, estes caras estão me dizendo para iniciar em 'Modo gráfico inseguro'? De jeito nenhum!!
E o que é isso? Tentar UBUNTU sem mudar meu PC? Então, se não vai alterar nada no meu PC, é porque provavelmente não carrega-se na RAM? Porque eu tenho certeze de que para rodar precisa modificar o conteúdo da minha memória. Ou é apenas uma Mágica de voodoo africana?
"Ok, seja um bravo Fox, você pode conseguir isso." Eu digo para mim mesmo e continuo.
Com certeza, o sistema carrega sem problema. Mas.... não irá me falar o que está acontecendo enquanto o boot está rodando. Eu pressionei ESC algumas vezes, mas eu não poderia deixar de sentir que o sistema estava escondendo algo de mim. Depois travou, e eu não pude ver o que estava acontecendo. Então eu reiniciei com a esperança de que seria melhor. E realmente foi.
É um ambiente Live e eu vejo um diretório fechado com o seguinte título logo abaixo: Exemplos. Eu não encosto em coisas travadas, então se alguém é bom em destravar coisas, por favor me diga o que tem dentro.
Agora, vamos instalar isso.
O instalador é, vejamos, gráfico. Ele me diz muito sobre UBUNTU. Me diz que eu devo estar provavelmente usando o 'roedor' demais. Não é meu esporte caçar ícones na tela. E eu não consegui editar nenhum arquivo de configuração. Eu estava começando a suspeitar que algo muito estranho estava acontecendo. Você sabe aquele sentimento de que você pode decobrir um corpo de uma pessoa morta bem no seu quintal mas você está com medo de olhar, e como você não está muito certo do que acontece não pode chamar a polícia? Bem, eu não, mas eu imagino que deve ser algo parecido com isso que eu senti quando estava olhando o instalador.
Então, quando a instalação é acabada, eu estaria preparado para usar UBUNTU.... e ver se tem alguém morto no Desktop.
Depois do reboot, Eu vi o homem morto. Bem, não é bem a verdade, mas algo como uma garça meio-morta... Ok, não é meio morta, mas tive um sentimento meio estranho. Não me diga que eu tenho que gostar de arte para usar UBUNTU.
Ubuntu veio com 'vim', mas quasae todo o resto era demais para meus olhos. Agora minha idéia de personalizar a minha máquina com Arch é adicionar coisas que eu preciso, não remover coisas que só estão lá enchendo. Mas em Ubuntu, I realmente tive que remover algo em torno de 500MB de pacotes para fazer as coisas parecerem mais como minha casa (no momento que escrevo agora, ainda não fui informado de nenhuma versão do Ubuntu que não contenha um monte de coisas que não preciso).
Então, com GNOME e a maioria das coisas que vieram pré-instaladas removidas, eu estava preparado para instalar coisas. Eu ainda não sei exatamente quantos pacotes estavam pré-instalados, mas eu tenho esperança que eu me livrei da maioria deles. Eu instalei o gerenciador de janelas awesome, e algumas outras ferramentas que eu precisava , e inicei a hackear os arquivos de configuração.
A maioria das coisas que eu instalei eram pré-históricas para meus padrões, mas eu posso viver com isso. Lembra-se que nós conseguíamos viver sem telefone celular 10 anos atrás?
Depois eu lembrei que eu precisava ver que daemons estava rodando.
Bem, o espaço é limitado, amigos, então vamos pular as próximas 12 horas ... diretamente para a minha desistência.
Eu retornei e voltei para o Arch ... Bem, eu acho que eu não sou geek o suficiente para usar Ubuntu. É realmente muito complicado e a maioria das coisas que eu faço no Arch eram muito difíceis para serem feitas nesta distribuição para humanos. Eu acho que a humanidade deve estar mudando. Um clique a mais e as coisas rc.X fazem parecer que eu estou numa floresta. A família de ferramentas 'apt' é algo que eu não encostaria nem mesmo com uma vara de 3 metros. E qual o problema com o instalador? Não me deixaria nem sequer alterar meu timezone a não ser que eu movesse meu mouse com uma precisão cirúrgica.
Então, eu ainda estou no Arch. E o 'fator de retorno' do Ubuntu? 8.5 em 10. Pode ser utilizado mas apenas se você estiver preparado para uma dor agura durante o processo de setup inicial.
Foxbunny não é patrocinado nem afiliado ao Ubuntu e/ou Canonical. Este é um artigo de sátira apenas para fins de diversão apenas, não devendo ser lido por pessoas sem senso de humor. O 'fator de retorno' é uma marca de ficção e não tem relação alguma com o fato da distribuição ser boa ou ruim. Todas são péssimas exceto Arch.
Chegamos ao fim de mais uma Arch Linux Newsletter. Esperamos sinceramente que tenham se divertido com ela este mês, certamente gostamos de fazê-la para o prazer de sua leitura. Por favor, sinta-se a vontade para nos contatar e informar de quaisquer opiniões/sugestões para melhorias. Também aceitamos contribuições, então sinta-se convidado a contribuir.
O melhor para todos vocês, da Equipe da Arch Linux Newsletter (Dusty Phillips [dusty {at} archlinux . org], Ronald Van Haren [ronald {at} archlinux . org] e Eduardo Romero [eduardo {at} archlinux . org]).