Bem-vindo a mais uma Arch Linux Newsletter. Este mês Dusty Phillips nos traz uma reportagem do Schwag e outra interessante leitura sobre "O Jeito Arch". Para gamers também há algo aqui, escrevi um artigo/tutorial sobre como jogar o melhor de Tremulous. E por último, mas não menos importante, Ronald Van Haren traz uma interessante seção de Dicas e Truques, o seu trabalho duro é muito apreciado, Ronald.
A Newsletter é um projeto sempre em evolução. Há novas seções ou seções antigas sendo usadas de novas maneiras. Por exemplo: a seção Devland vem acompanhada de uma mini-entrevista com Aaron Griffin reportando o estado de desenvolvimento do Arch Linux e Dan McGee contando sobre como está o desenvolvimento do Pacman. Espero que essas mudanças aumentem o prazer na leitura da Arch Linux Newsletter. Obrigado por lerem e pelo suporte constante.
Eduardo "kensai" Romero
Dos TUs: O AUR possui um grande número de pacotes obsoletos que poderiam ser removidos. Por exemplo:
É aí que você pode ajudar. Poste sugestões de pacotes na página de Limpeza do AUR no Wiki. Os TUs irão analisar a lista e em algumas semanas decidir quais pacotes devem ser removidos. Por favor, não remova sugestões da lista, mas adicione um comentário. Os TUs tomarão cuidado para não remover nenhum pacote útil.
Demorou muito mais do que o comum, me desculpem por isso, mas finalmente o kernel26 foi movido para o core. Eis as mudanças:
Problemas:
Aconselho os usuários afetados a manterem uma cópia do kernel antigo e dos módulos ou apenas não atualizá-lo.
Algumas das mudanças na configuração tornaram o kernel mais modular, então talvez você precise carregar alguns módulos manualmente ou via rc.conf, exemplos são os módulos "loop" e "autofs4".
Saudações, Archers.
Para aqueles que não perceberam, o site sofreu uma grande atualização "por de baixo do pano" na noite de 23 de Maio.
Atualizações:
Desculpe pela demora em postar essa notícia.
Mais uma coisa, Cerebral quis que eu mencionasse que ele é o cara. Feito :)
"Aceleração de vídeo por hardware está em alta em minha lista. Parece haver muito conteúdo Flash por aí que consome uma grande proporção dos ciclos de CPU disponíveis para lidar apenas com o que parecem ser simples animações. Isso provavelmente significa que ele foi mal programado, mas com sorte, mandar um pouco do processamento para a GPU liberará minha CPU para trabalhos mais úteis."
Nota do Autor da Newsletter: Também vale mencionar que a adobe parece estar se abrindo um pouco mais. Esse site dá detalhes sobre o lançamento deles do "Open Screen Project". Na esperança por um Flash Player livre.
"Na quarta-feira, DeviceVM, a companhia por trás da distro, disse que o construtor de hardware colocará o Splashtop — o qual a Asus chama de "Express Gate" (Portão Expresso) — em um milhão de placas-mãe em um mês. Splashtop inclui um browser derivado do Firefox e o Skype."
"Linus Torvalds conta como ele foi de estudante graduado em Helsinque no início dos anos 90 a ícone do Software Livre no fim da década."
"Este vídeo foi disponibilizado pelo pessoal do Museu de História do Computador (Computer History Museum) que gentilmente nos deram permissão para partilhá-lo com os leitores do Linux Journal. http://www.computerhistory.org"
Contribuição de: Dusty Phillips
Entre 15 de Abril e 15 de Maio de 2008, vendemos um total de 43 produtos na loja Arch Linux Schwag no Zazzle. Nosso lucro foi de $58.41 neste período. Estou mais uma vez satisfeito com a popularidade da loja e a porcentagem de vendas feitas.
Desde a última reportagem, 5 novos produtos foram adicionados. Dois aventais foram inspirados
nos conhecidos e antiquados aventais "Kiss the Cook" disponíveis no mercado, mas com uma característica geek:
Outros dois são inpirados pelo novo e bastante popular script que proclama a superioridade do Arch:
Finalmente, Foxbunny nos providênciou a definitiva camiseta "Arch Taco": http://www.zazzle.com/archlinux*/product/235024190562039585
(Inspirado pelo "Beba Gatorade do Sidney Crosby" e propagandas similares)
Alguns grandes nomes tem comprado produtos do Arch nestes dias:
<falsa propaganda>Se você comprar, você também será uma grande pessoa!</falsa propaganda>
Se você tem idéia de algum desenho para ser adicionado à loja, sinta-se livre para me contatar pelo endereço dusty@linux.ca. Você pode me enviar imagens para serem colocadas em camisetas, textos para canecas e outros produtos, e até links para produtos customizados que você criou no Zazzle.
Gostaria especialmente de idéias para novas linhas de produtos. Atualmente suportamos uma linha de produtos oficiais do Arch Linux, uma baseada no famoso Tux de Larry Ewing e uma de idéias enviadas por usuários. (Talvez eu tenha que separar e criar uma linha oficial do foxbunny se ele continuar com suas idéias brilhantes).
Não temos nenhum controle nos produtos que o Zazzle oefrece. Se você tem idéias para produtos que não viu no Zazzle, contate-os e envie suas idéias.
Contruibuição de: Dusty Phillips
De vez em quando alguém diz que deveria-se votar publicamente a maneira como o Arch Linux funciona. Uma típica resposta é "Arch não é uma democracia". Em uma sociedade democrática, a opinião da maioria manda. Este não é o caso do Arch. Tem havido muitos casos recentemente onde a opinião da maioria nunca irá pertencer ao core do Arch Linux, como definido pelos seus desenvolvedores.
Arch é de fato uma "Anarquia Cooperativa". Qualquer um é livre para fazer o que bem quiser com Arch Linux, com execção de algumas restrições impostas pela GPL. Isso significa que qualquer um que não goste da direção atual que os desenvolvedores estão dando para o Arch Linux, pode começar o seu próprio grupo de desenvolvimento e rodar a versão da maneira que mais lhes for conveniente. Nenhum grupo será mais oficial ou mais legítimo do que o outro. De forma ideal, isso aconteceria com um certo nível de cooperação entre os dois (ou múltiplos) grupos. Sem nenhum tipo de ressentimento, porém não considera-se um requisito. Assim, todos pode ficar satisfeitos e nenhum tipo de exclusão através de votos se tornará necessária.
O grupo de desenvolvedores do Arch Linux forma uma "Oligarquia voluntária". Os desenvolvedores do Arch escolheram desenvolver a distruibuição de uma maneira que lhes é conveniente. Ninguém com excecção dos próprios desenvolvedores tem possibilidade de colocar algo que se insira do desenvolvimento oficial do Arch. Esta a distruibuição de linux deles e eles foram generosos o suficiente para dividir com o resto do mundo, caso alguém goste dela também. A grande coisa para os usuários, no entanto, é que eles devem decidir se eles serão ou não governados por este grupo de pessoas.
Usuários que não gostam do jeito que o Arch é desenvolvido têm duas simples escolhas:
Como eu mencionei no último mês, a segunda opção não necessita que se faça um fork do Arch. Você pode cirar repositórios customizados baseados nas ferramentas contruibuídas pela comunidade,mas independente do core do Arch Linux. Assim na próxima vez que você achar que sua voz deva ser ouvida de uma maneira democrática, lembre-se que que você já pode ser o seu próprio Arch Overlord e é livre para fazer com esta distruibuião o que bem entender.
Contruibuído por: Eduardo Romero
Citação do website do Tremulous , “Tremulous é um jogo livre e de código aberto que se apresenta com um jogo de primeira pessoa baseado em grupo, ainda com elementos de RTS." Soa legal? Sim, e na minha opinião, é legal. Eu tenho sido um viciado nesse jogo desde que comecei a usar Arch Linux em tempo integral. O fato de eu não possuir nenhum outro sistema operacional instalado no meu computador, me faz depender do Linux para as atividades de todo o dia e para os jogos. Tremulous é o jogo que eu mais gostei na minha experiência com jogos para Linux, então eu aceitei o desafio de tentar me divertir ao máximo com esse jogo. Aqui segue o que tirei disso:
Primeiramente, instale Tremulous. Através de um comando simples, que você pode provavelmente deduzir:
# pacman -S tremulous
Segundo, atualize o arquivo executável da sua instalaćão de Tremulous com a última versão:
Este site fornece uma versão atualizada do arquivo tremuloues.x86, que numa instalação em um sistema com Arch Linux, se localiza em /opt/tremulous/tremulous.x86. Este arquivo é o responsável pela execução do jogo. Quando você for para o site, clique na pasta /linux, assim você inicializará o download do arquivo tremulous.x86 atualizado. Depois de um download bem sucedido, vá para o diretório que fez o download e como root (ou usando sudo):
# mv tremulous.x86 /opt/tremulous/tremulous.x86 seguido de: # chmod a+x /opt/tremulous/tremulous.x86
Agora, tente executar o jogo e observe se ele se inicializa, se não, não me culpe. (estou brincando). Mas de qualquer forma é melhor fazer um backup do arquivo original primeiro, com:
# mv /opt/tremulous/tremulous.x86 /opt/tremulous/tremulous.x86.bckup
O que esta atualização nos fornece? Bem, juntamente com outras coisas fornece suporte para downloads via http e suporte cl_guid, que identifica você de maneira única no jogo. Eu sei, não fornece super funções, mas isso ajuda e você se divertir mais com Tremulous.
Terceiro, ache sites úteis que fornecem conteúdo sobre o jogo:
MercenariesGuild é um desses sites que você deveria salvar em seu bookmark, eles fornecem um servidor para testes da tecnologia tremulous 1.2. Usando o servidor deles você pode ajudar a melhorar o lançamento de Tremulous 1.2. O site deles também tem um link para downloads onde incluem mapas, modos e outros brinquedos para você tirar o melhor da sua experiência com Tremulous.
Como observação a parte, eu gostaria de adicionar que nós, usuários de Arch Linux, estamos tentando nos identificar. Com este objetivo, nós adicionamos {Archer} aos nossos nomes no jogo. Exemplificando, meu nome no jogo é Kensai {Archer}. Eu encorajo todos vocês jogadores de Tremulous usuários de Arch Linux a fazer o mesmo. Se você quiser jogar onde eu jogo ... bem, eu jogo frequentemente no "Dretch Storm", "Dretch Tsunami" e no servidor "PureTrem", nesta ordem, da maioria eu jogo até o máximo.
Observação: [vEX] dos fóruns citou:
"devia ter sido esclarecido que Tremuluos está apenas disponível para i686 e
que você precisa habilitar o repositório Community (eu acho que está
habilitado de maneira default agora, mas aposto que algumas pessoas o
desabilitam.)."
Observação II: weseven dos fóruns citou: "Tremulous é para x86_64 também. O cliente que você linkou é apenas para i686, mas se você procurar um pouco no google, você pode achar versões svn de clientes para 64 também. Tenho jogado tremulous em um arch64 em um laptop.:)
Eu fui um mantenedor de pacotes para a comunidade alemã do Mandriva, mas os lançamentos estáticos e o gerenciador de pacotes rpm me mostraram os limites daquele tipo de distribuição. Eu não preciso mais de assistentes de configuração e gostei do sistema rolling release do Arch. Então, o instalei em setembro de 2005, foi fácil de configurar e funcionou bem por algumas semanas.
Naquela época o Arch oferecia apenas pacotes binários para i686, foi aí que encontrei algo para poder gastar meu tempo, então decidi me juntar ao pobre projeto do Arch64.
Foi minha função, com a ajuda de alguns membros da comunidade, portar, em quase meio ano, a maioria dos pacotes essenciais para x86_64. Estar presente quase todo minuto que eu tinha livre me tornou o líder desse trabalho. Uma vez que tivemos um duro trabalho com o cd de instalação, alguns desenvolvedores honraram-no e fizeram do Arch64 a segunda arquitetura oficialmente suportada pelo Arch Linux. Hoje, x86_64 não é nada especial e muito desenvolvedores fazem pacotes para as duas arquiteturas.
Hoje sou apenas um mantenedor de pacotes responsável por 135 deles, junto do Jan(jgc), por exemplo, nos pacotes toolchain (ferramentas de desenvolvimento). Também tenho aparecido em minha estação de trabalho de hora em hora para lutar com o OpenOffice.org :)
Ultimamente, nada em especial. Nossa infraestrutura técnica e de organização tem funcionado muito bem, mas sempre pode ser aprimorada. Talvez um dia eu encontre tempo para ler e escrever código para poder ajudar a consertar bugs. Sim, programar para mim é um fim de mundo. :X
No passado o Arch me deu a sensação de que era permitido aos desevolvedores simplesmente fazer qualquer mudança que acharem ser justo - "Apenas o faça". Eramos muito rápido, mas às vezes estavamos errados.
O Arch cresceu e nós queremos garantir a melhor estabilidade possível em uma distro rolling release. Nos impomos alguns limites para manter o controle. Eles funcionam bem, mas nos atrasam às vezes.
Ainda gosto da nossa própria filosofia KISS - nossa definição de prover uma distro leve e simples, com uma base legal para a comunidade fazer tudo o que quiser com ela.
Vindo de arquivos .spec, ainda acho que é realmente divertido criar pacotes com pacman/makepkg. Te dá a possibilidade de se concentrar na parte divertida: de brigar com o pacote - não com o gerenciador dele!
Responsabilidade? Nós temos um bugtracker? De verdade? Realmente não gosto de consertar bugs em pacotes antigos, mas às vezes isso tem de ser feito. Eu prefiro "O Jeito Arch": "use o ABS, conserte o bug e reporte..." :D
Eu gosto dos novos hardwares com gasto baixo e eficiente de energia, que estão cada vez aparecendo mais. Outro tópico que me interessa: broadcasting de HDTV com softwares para Linux.
Não. Cerveja alemã rulez. E às vezes é a razão de uma nova entrada no flyspray.
O Aaron lê nossas Newsletters? Bem, äääähhhmmmm. Natürlich kann er das.
Nota do Autor da Newsletter: Mas é claro que ele lê a Newsletter, senão ele não saberia metade das coisas que acontecem ao redor da distro. :D
Onde, neste momento, o Arch Linux está direcionado?
Essa é uma questão difícil de responder, porque é me perguntar para prever o futuro distante. O modo que eu vejo agora, é o Arch Linux se tornando mais organizado e se abrindo a maiores contribuições da comunidade, como kdemod, larch e projetos desta natureza.
Algum dos planos futuros beneficiarão o Arch de modo geral?
Além do iminente lançamento da ISO, planos futuros são um pouco complicados. Vamos aprimorar alguns dos processos para quem lida com pacotes (ambos TUs e desenvolvedores), mas principalmente iremos continuar a melhorar o que já estamos fazendo. - um pouco aqui, um pouco ali.
Como está indo nossa filosofia KISS?
Sempre há espaço para aprimoramentos. Acredito que a indução do repositório core tornou as coisas muito mais sensíveis, mas há sempre o que ser consertado.
Para onde está indo o desenvolvimento do Pacman?
A qualquer lugar onde os desenvolvedores o levarem. Atualmente, nossa equipe de desenvolvimento é relativamente pequena, mas nosso principal foco tem sido limpeza do código, otimização do algoritmo, aprimoração da velocidade, e correção no comportamento do programa em casos especifícos durante instalações e atualizações. Recentemente, iniciamos extensas refactorings ("refatoração", reescrita para melhorar a estrutura) de certas partes do código.
Acredito que o foco atual de desenvolvimento é tornar o libalpm mais fácil de ser usado por frontends além do pacman. Adicionalmente, faz pouco tempo que encontramos uma solução funcional para o problema de velocidade no carregamento da base de dados que tantas pessoas reclamam.
O importante aqui é que o desenvolvimento é guiado pelos desenvolvedores, não pelos usuários. Somos voluntários, então preferimos gastar nosso tempo trabalhando no que queremos trabalhar em vez de implementar alguma funcionalidade que alguem pediu. Se você quiser influenciar no desenvolvimento de libalpm/pacman/makepkg, de longe a melhor maneira é acompanhar a lista de email e contribuir com soluções para os pequenos bugs que te incomodam.
Há planos futuros que possam beneficiar os usuários, permitindo-os aproveitar mais do Pacman?
O problema de carregamento da base de dados que mencionei acima, deve ser um grande aprimoramento do que fazemos agora. Atualmente, quando uma base dados é baixada dos servidores, os arquivos são extraidos do tar.gz em uma base da dados de arquivos soltos. As mudanças que planejamos nos permitirá ler os arquivos direto do tar.gz, o que nos dará um grande aumento de velocidade na primeira leitura da base de dados, e o tempo será o mesmo em leituras subsequentes quando os arquivos normalmente irem para o cache.
Outras duas questões intrigantes são signed packages (pacotes assinalados) e compressão lzma. Signed packages é algo que muito usuários estão pedindo, mas ninguem apareceu com uma solução explicando como se faz isso exatamente. Eu tive algumas idéias, mas nenhum desenvolvedor realmente quis cuidar desse problema.
Pacotes comprimidos com lzma também é algo que estamos levando em conta. Esse algoritmo de compressão oferece ganho de tamanho sobre arquivos comprimidos com gzip sem o tempo de descompresão do bz2. No entando, existem problemas de licenças que provavelmente impedirão o lzma (LGPL) de se tornar parte oficial do libarchive (BSD).
Além disso, não há tantos grandes planos. O Pacman possui atualmente uma interface confortável e não há tantas coisas que devemos mudar para mantê-lo do jeito que está. Adicionar funcionalidades apenas por adicionar não é nosso maior interesse.
O Pacman será capaz algum dia de levantar um carro?
Essa opção foi removida na versão 2.9.8 por falta de uso. Não possuímos planos de readicioná-la. Usuários são bem-vindos para enviarem patchs.
Nota do revisor: Se o seu patch não for aceito, você pode manter
a versão com ele em um repositório [levantamento-de-carros] pessoal.
Contribuição de: Ronald van Haren
"Mesmo que não tão grande quanto o lançamento da semana passada, Phoronix Test Suite 0.8.0 foi lançado esta manhã com um pouco mais de 30 itens aparecendo no seu changelog. Muito do trabalho feito durante a última semana envolveu fixes de bug, começando a finalizar vários testes e grupos, e outros trabalhos em volta dos preparativos do lançamento da versão 1.0."
"Mês passado, Daryl Lee nos deu o sabor da linguagem Scheme no artigo: Está na hora de aprender Scheme com um gerador de código C++. Desta vez nós vamos olhar alguns exemplos práticos escritos com o Shell Scheme (SCSH): procurar e substituir texto em vários arquivos, ordenar arquivos de duas maneiras diferentes e converter dados de um arquivo CSV em um arquivo HTML."
"Este arquivo foca no teste de confibialidade das entradas do usuário no mais baixo nível. A primeira linha de defesa é usar buscas automatizadas que podem detectar entradas maliciosas. Pessoalmente eu gostaria que existisse uma melhor opção. Sendo realista, nós estamos enfrentando programadores com conhecimento superior e que possuem a vantagem adicional da surpresa, do segredo e incentivos econômicos. Nós estamos reativos a novos ou ameaças suspeitas no momento em que aparecem ou mesmo se são descobertos depois."
Contribuíção de: Ronald van Haren
Nos últimos tempos tem havido um número grande de discussões iniciadas nos fóruns, perguntando sobre versões antigas do GCC, a GNU Compiler Colection. Estes usuários em particular perguntam por estas versões para fazer o downgrade porque aparentemente um pacote que querem compilar não compila com a versão atual do GCC.
Agora tem algumas coisas que se deve ter na cabeça:
Agora para os usuários mais avançados, a maioria dos pacotes que não compilam com as versões atuais do GCC são bem fáceis de serem corrigidos. Basta olhar a mensagem de erro que aparece no seu monitor e o guia de migração disponível na GCC homepage. Não se preocupe se você não conseguir criar um patch sozinho, você sempre pode pedir ajuda nos fóruns, nos canais de IRC ou através de outros meios.
Consertar um pacote é sempre melhor que do que ignorar a falha e tentar compilar com ferramentas antigas. Como último recurso no entanto (sim as vezes pode precisar disso) existem os pacotes gcc3 e gcc43 no repositório [extra]. Estes pacotes pode ser instalados de maneira paralela à versão atual do GCC (que é dividida nos pacotes gcc e gcc-libs).
Note no entanto que o seu PKGBUILD não escolhe de maneira "automágica" a versão do GCC que você quer, se você tem múltiplas versões instaladas. Você vai precisar exportar uma variáveis dentro do seu PKGBUILD, assim makepkg sabe qual a versão do GCC que deve ser usada. Eu não vou repetir como fazer isso, mas você pode ler isso aqui. Sinta-se a vontade de continuar esta discussão se você ainda tem questões ou problemas com isso.
Cansado de dados que não cabem em um CD/DVD? Arch vem com algumas excelentes ferramentas que permitem que você divida os dados do tamanho precisa!
Com o utilitário "split" você dividir um arquivo em vários. Esta ferramenta aceita opções da forma que se segue:
split [OPTION] [INPUT ] [PREFIX]
Com as opções nós podemos controlar ambos tamanho do arquivo de saída (em linhas ou bytes) e o sufixo do nome do arquivo. A variável [INPUT] é obviamente o arquivo que você deseja dividir e a variável [PREFIX] controla o nome do arquivo de saída. O nome do arquivo de saída será da forma [PREFIX][SUFFIX], aonde [SUFFIX] é a numeração dos arquivos divididos.
Mas o que acontece se dividirmos um diretório inteiro em múltiplos arquivos? Nós podemos ir pelo caminho mais longo e criar um arquivo do diretório inteiro, depois dividi-lo, mas isso iria necessitar do dobro do espaço em disco. Então, há uma maneira mais KISS de se fazer isso?
Felizmente existe sim. Nós podemos criar um arquivo e dividi-lo de uma só vez usando o operador "pipe":
tar cvz $(INPUT) | split [OPTION] - [PREFIX]
aonde as opções do comando "tar" nos dizem que criamos um arquivo do tipo tar.gz no modo verbose (use a opção cvj se você preferir criar arquivos tar.bz2). "Split" receberá as mesmas opções que anteriormente recebeu, mas note que o hífen aparece no lugar no [INPUT].
Para extrair estes arquivos se você um dia precisar, você pode utilizar, dependendo do tipo de arquivo que criou, um comando similar
cat ${PREFIX}* | tar xvzf -
Como sempre, verifique os arquivos que criou assim você não terá surpresas desagradáveis quando precisar deles.
Há uma dica final que ainda quero compartilhar com vocês. Mesmo que não seja completamente relacionado com o assunto acima, esta dica vem em mente quando falamos sobre arquivos. Lembra aquela vez que você separou um pacote de arquivos usando "tar" e os arquivos deste pacote ficaram todos espalhados no seu diretório de trabalho?
Há uma maneira simples de remover todos estes arquivos de uma só vez depois de você extrai-los dentro do seu diretório:
rm -rf $(tar ftz ${packagename}.tar.gz)
aonde neste caso a opção "ftz" do "tar" lista todos os arquivos de um pacote em particular. A opção 'rm -rf' obviamente remove todos estes arquivos. Não se esqueça da parte '$( )' ou você apagará o próprio arquivo-pacote!
Por mais de uma semana abaixo do nome do Dusty apareceu a palavra "banido". Este gerou de fato alguma atenção. O que realmente aconteceu? Bem, eu tenho um relatório disso para vocês se divertirem.
Como vocês devem ter percebido algumas pessoas foram banidas recentementes, e mesmo isso sendo muito triste de se ver é o que acontece com algumas pessoas que pedem para que isso aconteça. A parte mais triste disso (mesmo que os usuários do fórum estão cientes da situação e podem advinhar o que realmente aconteceu). De qualquer maneira, para tornar uma história longa, curta, aqui segue o que realmente aconteceu (privado):
kensai : Dusty, você não poderia ser banido? Eu poderia fazer graça disso. dusty : Pergunte ao Simo, eu tenho certeza de que ele pode organizar isso. neotuli : Claro.
No entanto, acontece que Simo Leone mudou o título do Dusty para "banido" mas ele nunca foi realmente banido. Estas foram algumas das reações da comunidade:
dolby : Totalmente fora de tópico mas Dusty está banido? WTF? Eu estava prestes a dizer que amo as contribuições do Dusty para a newsletter. dusty : Eu estou focado nas contribuições da newsletter e nos artigos no Arch Linux na loja virtual agora, deixando a moderação do fórum para membros mais novos e mais interessados (que realizam um trabalho fantástico). Meu novo título aparentemente foi definido por Simo e Eduardo quando pedi para ter meu privilégios de admnistrador removidos.
Mesmo uma discussão nos fóruns do Ubuntu foi criada para defender Dusty (você deveria se sentir orgulhoso que chegou a tal ponto), aqui está a discussão para vocês lerem. Desculpem-me se a brincadeira causou algum incoveninente, mas pelo menos para mim foi engraçado.
Moral da história: "Nunca mexa com um Zohan "... Oh, desculpe, nunca mexa com o Dusty.
Nota do revisor: O que é um Zohan? Sinta-se a vontade para zoar comigo, eu provavelmente vou ignorar mesmo, como fiz com a mensagem de banimento. :-D
Nota do autor: Isso acontece quando você não clica nos links que eu forneço. Clique no link e coisas maravilhosas acontecerão. ;-)
varl : pidgin é chato. Celettu : Pidgin se desenvolve muito lentamente também... varl : todos os programas de mensagem instantanea são chatos. Celettu : mensagem instatanea é chato. varl : é verdade... espere um minuto! rson451 : psht vocês são chatos, saiam daqui Celettu : pessoas são chatas! DigitalVista : lol BluntBox : concordo, comunicação é muito superestimada.
Nós chegamos ao fim, mas apenas por este mês, nós sinceramente esperamos que tenham se divertido lendo a newsletter. O time da Arch Linux Newsletter se divertiu escrevendo-a para o prazer da sua leitura. Por favor, sinta-se a vontade para nos contatar e nos informar das suas opiniões/sugestões para a melhoria da newsletter. Nós também estamos aceitando contribuições, então sinta-se a vontade para contribuir.
Tudo de bom para todos vocês, do time da Arch Linux Newsletter(Dusty Phillips, Ronald Van Haren e Eduardo Romero)